O Buda sempre disse a seus discípulos para eles não perderem tempo e energia em especulação metafísica. Sempre que um questão metafísica lhe era dirigida, ele permanecia em silêncio. No lugar disso, dirigia seus discípulos aos esforços práticos. Questionado um dia sobre o problema do caráter infinito do mundo, o Buda disse: "Se o mundo é finito ou infinito, limitado ou ilimitado, o problema da sua liberação continua o mesmo".Thich Nhat Hanh, em "Zen Keys". Tricycle's Daily Dharma, 28 de agosto, 2006.
Outra vez, disse: "Imagine que um homem é atingido por uma flecha envenenada e o médico quer remover a flecha imediatamente. Imagine que o homem não quer a flecha removida até que ele saiba quem atirou, sua idade, quem são seus pais e por que ele atirou. O que iria acontecer? Se ele esperasse até que essas perguntas fossem respondidas, morreria antes". A vida é tão curta. Ela não deve ser gasta em especulação metafísica sem fim que não nos traz nada perto da verdade.
terça-feira, 21 de novembro de 2006
Questões metafísicas
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2 comentário(s):
Parabens pelo belissimo blog, dei uma espreitadela e espero poder ler muita coisa aqui escrita, de grande interesse.
=)
Bom X, dependendo da sua hora local preencha o X com dia, tarde ou noite da maneira que achar mais condizente. Meu comentário, quanto as escritas acima digo o seguinte: o conhecimento independe de UMA vida apenas. O conhecimento sobre qualquer coisa, seja ente ou nada, transcorre por pensadores de épocas e locais diversos. Penso que o homem da flecha é um egoísta, no qual considerou importante apenas para ele a resposta da sua pergunta. Não devesmo ser assim, devemos sim questionar e procurar respostas, e caso não tenhamos tempo para encontrar a resposta deixar a pergunta livre para quem possa dar continuidade ao trabalho. Para a humanidade também há relevância em saber quem acertou a flecha no homem, não apenas para o seu conhecimento para o bem de todos. Vejo daqui da minha posição, mas precisamente na cozinha da minha casa ouvindo ouvindo um gato que mia do lado de fora, que o homem citado esta muito próximo de um comportamento típico de um filisteu. E diferente das portas digo o seguinte o maior prazer na vida é pensar e discutir acerca de questões cabeludas. Quem sabe as especulações desta questões resultem em algo que agrade os pragmáticos, e assim, poderemos viver todos mais felizes.
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